segunda-feira, 17 de novembro de 2014


Vamos Jogar?


Jogo de Fração

Este jogo é para o 4° ano do Ensino Fundamental

Regras do Jogo

            Reúna – se em grupo com os seus colegas. Vence o jogo o grupo que levar menos tempo para responder corretamente a todas as questões:

1 – Quantos terços formam um inteiro?
2 – Quantos quartos de bolo são equivalentes a 1/2?
3 – Quantos sextos dão equivalentes a 2/3?
4 – Em 8/4 quantos inteiros há?
5 – Qual é maior? 1/2 ou 2/3?

Obs: O professor pode criar outras perguntas.


Lembre – se: As peças do jogo podem ser feitas pelos próprios alunos basta apenas ter:


  • Folha A4 (branca ou colorida)
  • Canetinha ou lápis






domingo, 16 de novembro de 2014


Etapa IV


  • Passo 3

A importância do cálculo mental para a construção do conceito de número

Primeiramente, considera-se cálculo mental um conjunto de procedimentos de cálculo que podem ser analisados e articulados diferentemente por cada indivíduo para a obtenção mais adequada de resultados exatos ou aproximados, com ou sem o uso de lápis e papel.
Os procedimentos de cálculo mental se apoiam nas propriedades do sistema de numeração decimal e nas propriedades das operações, e colocam em ação diferentes tipos de escrita numérica, assim como diferentes relações entre os números. O cálculo mental permite maior flexibilidade de calcular, bem como maior segurança e consciência na realização e confirmação dos resultados esperados, tornando-se relevante na capacidade de enfrentar problemas. Tal desenvolvimento de estratégias pessoais para se calcular vai ao encontro das tendências recentes da psicologia do desenvolvimento cognitivo, que nos apontam para a importância de uma aprendizagem com significado e do desenvolvimento da autonomia do aluno.
         Há quem acredite que o importante do cálculo mental é fazer a conta bem depressa, mas é bobagem querer competir com a calculadora. As vantagens são outras. Ao fazer a conta de cabeça, o estudante percebe que há caminhos diversos na resolução de um mesmo problema. É pelo cálculo mental que ele também aprende a realizar estimativas (ler uma conta e imaginar um resultado aproximado) e percebe as propriedades associativa (une dezena com dezena, unidade com unidade e assim por diante) e de decomposição (nota que 10 = 5 +5, entre outras possibilidades). Isso tudo sem precisar conhecer esses termos.
       Crianças que fazem pesquisa de preços, guardam dinheiro para comprar uma revista, e principalmente, aquelas que ajudam os pais no comércio "fazem" matemática muito antes de ouvir falar em fórmulas e operações. O problema é que, na escola, se ensina a elas como calcular desconsiderando totalmente o que já sabem. O cálculo mental sempre esteve presente no comércio ou na construção civil, por exemplo. Os professores precisam trazer essa habilidade para a sala de aula.
        Os alunos já sabem fazer conta de cabeça. O professor só precisa descobrir as estratégias que eles usam e mostrar outras, a turma vai se sair bem melhor nos cálculos escritos.A base são as situações-problema. Em questões como a distribuição de 24 brinquedos de uma caixa entre quatro crianças, por exemplo, primeiro é preciso verificar se os alunos compreenderam os valores em jogo e o que essa operação implicará (o número maior ficará menor). Como eles imaginam que o problema será solucionado? Conversar sobre a atividade é bem diferente de dar pistas sobre o cálculo a ser usado. Se o objetivo é que a turma utilize procedimentos próprios, não informar nem dar dicas é uma condição didática necessária.
          Compreendida a proposta, cada um procura as próprias estratégias para chegar ao resultado. Depois, é hora de compartilhar os valores encontrados e discutir as táticas usadas. O professor registra no quadro-negro as operações parciais desenvolvidas pelos estudantes, registrando-as em linguagem matemática, conforme as informações fornecidas por eles mesmos.





Referência Bibliográfica

Etapa IV

  • Passo 1 e 2
Técnicas e propostas para o ensino da matemática

O autor Zoltan Paul Dienes estabelece seis etapas para a aprendizagem em matemática. Para ele é a partir da língua materna que se constrói conhecimento.
            As seis etapas proposta por Dienes fazem uma análise sobre o processo de abstração.

         Na primeira etapa o autor considera a adaptação ao meio, que proporciona a capacidade de dominar as situações desse ambiente. Ele chama essa adaptação inicial de “fase do jogo livre”, e afirma que "Todos os jogos infantis representam uma espécie de exercício que permite à criança adaptar-se a situações que terá de encontrar em sua vida futura" (Dienes, 1986). Pode-se trabalhar por exemplo, com blocos lógicos, material dourado para apresentar o conceito de unidades e estimular o raciocínio.



           A segunda etapa refere-se às restrições com as quais a criança precisa aprender a lidar, essas restrições podem ser trabalhadas por meio das regras dos jogos.
            A terceira etapa propõe o “jogo do isomorfismo”, brincando com os jogos a criança perceberá as semelhanças e diferenças entre os jogos praticados e realizará uma abstração.


A quarta etapa refere-se à representação, já que a criança necessita de um processo de representação, para falar sobre o que abstraiu, refletir sobre os jogos. Pode-se utilizar uma tabela ou um diagrama, por exemplo.
            A quinta etapa trata da descrição de uma representação. Sugere que nesse nível de abstração a criança consegue extrair propriedades de uma representação, utilizando de uma linguagem para realizar a descrição.
          A sexta etapa aborda a demonstração, compreensão das propriedades e/ou reconstrução de fórmulas. O objetivo final da aprendizagem matemática de uma estrutura, para o autor, é a manipulação de um sistema formal que reconheça um sistema de axiomas (hipóteses iniciais das quais outros enunciados são logicamente derivados), demonstrações e teoremas.
            Na educação infantil a aprendizagem da matemática concentra-se o diálogo entre adultos e crianças, no modo como elas respondem perguntas, resolvem situações problema, e constituem ideias matemáticas. A aprendizagem da matemática na faixa etária de 0 a 6 anos deve ser feita com brincadeiras e jogos de construção e/ou regras.
            Trabalhando com os conceitos de Dienes pode-se concretizar a aprendizagem da matemática desenvolvendo as habilidades e competências das crianças, não apenas matemáticas mas também os mais diversos conteúdos, competências e habilidades.
            Já o autor Malba Tahan em seu livro O homem que calculava propõe para o ensino de matemática problemas, quebra-cabeças e curiosidades da matemática. Com um personagem chamado Beremiz Samir o autor demonstra como a matemática está presente nas mais diversas situações do meio social e como a matemática torna-se imprescindível.
            Tahan demonstra como a matemática cerca tudo ao redor de todos e de qualquer espaço. Por meio da ficição o autor conquista o leitor com um clima de aventura e romance ao mesmo tempo em que ensina matemática.


Referência Bibliográfica

DIENES, Z. P. As seis etapas do processo da aprendizagem em matemática. São Paulo: EPU – Editora Pedagógica Universitária, 2008.

TAHAN, Malba. O homem que calculava. Rio de Janeiro: Editora Record. 2001.


Etapa III


  • Passo 4

A Matemática no dia a dia

            Ao fazer essa atividade para a Ana Julia com duas situações problema envolvendo multiplicação e adição, primeiramente analisamos qual seria a atividade adequada para a sua idade e ano escolar, lembrando que ela deveria envolver situações cotidianas.
            Deixamos que ela resolvesse a atividade da forma que ela havia aprendido na escola sem nenhum tipo de ajuda da nossa parte. No começo houve algumas dúvidas sobre como começar, mas depois ela conseguiu resolver a proposta de forma correta.
            Nosso objetivo era que ela chegasse ao resultado final como já dito anteriormente sozinha. Essa proposta de situação problema do cotidiano foi ótima, pois é algo que ela não precisou se esforçar muito para fazer, já que essas situações ela vive e presencia as mesmas no seu dia a dia.
            Podemos observar que ela utilizou a forma abreviada para a resolução dos problemas, forma essa que é ensinada nas escolas e que traz uma maior praticidade no momento da resolução do problema do que o da forma expandida que requer um pouco mais de trabalho, mas que mostra a forma correta de decompor e compor os números.
            Questionamos no momento da aplicação da tarefa para a Ana Julia se ela saberia resolver os problemas na forma expandida, a mesma não soube explicar e nem resolver o problema nesta forma, e como podemos observar ela fez da forma da tradicional que é a abreviada.
            Enfim, conseguimos atingir o nosso objetivo que consistia em aplicar duas situações problema envolvendo multiplicação e adição para uma criança do Ensino Fundamental e observar a sua forma de resolução da mesma.





Referência Bibliográfica




Etapa III


  • Passo 2 e 3 
A atividade escolhida foi aplicada para a filha da Marli (integrante do blog).

  • A proposta foi feita com a Ana Julia, ela tem 9 anos e cursa o 3° ano do Ensino Fundamental. Foi proposta para ela duas situações problemas envolvendo Multiplicação e Adição.




     Etapa III


  •         Passo 1


20 SITUAÇÕES COTIDIANAS EM QUE OPERAÇÕES MATEMÁTICAS SÃO UTILIZADAS

·         Dar e receber o troco em uma compra (somar, subtrair)
·         No cinema ao pagar o ingresso
·         No bingo quantidade de cartelas e quantidade de pedras numéricas.
·         Na igreja valor total da oferta arrecada
·         Na padaria quantidade de pães
·         Na estrada placas de quilômetros a serem percorridos
·         No sitio o dono conta os animais, os ovos de galinha, e as frutas colhidas.
·         Medir quem é o mais baixo ou mais alto
·         No futebol soma de gols
·         Em uma construção cálculos da obra
·         No ônibus ao pagar a passagem
·         No banco  ao pagar contas, receber salário.
·         Fazer uma receita de bolo (quantidades)
·         Calcular a distância de casa até a escola.
·         Ao pedir um desconto na loja
·         Ao calcular quantos litros de gasolina o carro precisa para percorrer certa distância
·         Completar um álbum de figurinha (quantidade)
·         Saber quem é o mais velho e o mais novo (idade)
·         Em jogos (dominó, baralho, tabuleiro)
·         Planejamento de uma festa (quantidade de balões, doces, salgados, convidados)

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

 
   Etapa I
  •  Passo 4
            Publico - Alvo: 5° ano do Ensino Fundamental


Vamos falar um pouco de matemática?
A matemática é a ciência dos números e cálculos, por menos que parece ela sempre foi utilizada no mundo para que o homem pudesse organizar a sociedade e facilitar a vida dos que a utilizariam.
                  Os egípcios utilizavam a matemática para construir suas imensas pirâmides.
Na China é inventado o ábaco, primeiro instrumento mecânico para calcular.
                  Por meados de 1600 a.C, é escrito o papiro de  Rhind, principal texto matemático dos egípcios, nele contém regras para cálculos de adição e subtração de frações, equações simples de 1° grau, diversos problemas de aritmética, medição de superficies.
                  Entre os anos 300 e 600 o povo hindu cria o sistema numérico decimal que usamos hoje.

   Já que falamos um pouco sobre a Matemática, vamos ouvir uma pequena historia? 

                Uma pequena história sobre como era feita as primeiras contagens!!!

Vamos contar uma rápida história, sobre o pastor, suas ovelhas e as pedrinhas.
Antigamente os pastores calculavam seu rebanho com calculadoras?
Óbvio que não!! Mas então como o pastor controlava a quantidade de ovelhas em seu rebanho?  
Quando o rebanho era pequeno, era fácil conhecer os animais e contá-los. Mas e se o rebanho fosse bem grande?
O pastor teve uma grande ideia, de manhã quando o rebanho saia para pastar ele separava uma pedrinha para cada animal, formando um montinho. No fim do dia, o pastor retirava do monte uma pedrinha para cada ovelha que retornava do pasto.
Mas como ele sabia quantas ovelhas tinham voltado?
Simples. Se sobrassem pedrinhas no monte, significava que algumas ovelhas ficaram para trás, então ele saía para procurá-las. Entretanto, se faltassem pedrinhas, significava que o rebanho havia aumentado, ou talvez algum outro animal havia se juntado ao seu.






                                                            






 Referência Bibliográfica






domingo, 21 de setembro de 2014


Etapa II


  • Passo 4

Desafios

Carlos tinha 28 figurinhas, ele recebeu de seu primo Bruno mais 25 figurinhas. Quantas figurinhas Carlos têm ao todo?
Resposta:
28 + 25 = 53
Ao todo Carlos tem 53 figurinhas

Carol tinha 200 reais. Ela foi a loja e comprou  uma sandália das Chiquititas no valor de 60 reais, depois comprou uma bota da Xuxa;  a vendedora voltou de troco 85 reais. Qual é o valor que Carol pagou pela bota da Xuxa?
Resposta:
200 – 60 = 140
140 – 85= 55
A bota custou R$55,00


Pedro tinha 98 maçãs, ele deu para João 49 maçãs. Como ele é uma criança muito generosa, o que restou com ele, voluntariamente  dividiu-se para 7 crianças. Maria era uma dessas crianças. Quanto vale o triplo
de maças que Maria recebeu?

98-49=49
49/7=7
7*3=21
Maria ganhou 21 maçãs

Justificativa

            Nas atividades propostas acima, foram propostas algumas perguntas para que as crianças possam usar o Ábaco como uma ferramenta para auxiliar a aprendizagem em relação às operações básicas que são a Divisão, Multiplicação, Adição e Subtração. Essas atividades são propostas para alunos do 3° ano, o professor também poderá analisar o conhecimento dos alunos a interpretação de textos através do que está sendo proposto, além do uso das operações que é à base da matemática


Referência Bibliográfica
https://www.google.com.br/search?q=desafios+de+matematica&espv=2&biw=1366&bih=624&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ei=0iIfVKeFNerlsAT5z4LYAQ&ved=0CAYQ_AUoAQ#tbm=isch&q=crian%C3%A7a+com+duvida&facrc=_&imgdii=_&imgrc=DIvhr8KKJpAIPM%253A%3B07I3CU_RpQYPbM%3Bhttp%253A%252F%252Fwww.lagoinha.com%252Flagoinha-wp-site%252Fwp-content%252Fuploads%252F2013%252F08%252Fcrianc%2525CC%2525A7a-com-du%2525CC%252581vida.jpg%3Bhttp%253A%252F%252Fwww.lagoinha.com%252Fibl-colunista%252Fa-igreja-tem-dono%252F%3B620%3B372

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Etapa II


  • Passo 3

Fizemos a atividade com uma vizinha de uma de nossas amigas, o nome dela é  Ingrid ela tem 11 anos de idade, propusemos que ela construísse números com um ábaco e fizesse os ajustes das casas decimais, para isso pedimos que também fizesse algumas adições e subtrações também utilizando o ábaco. A reação dela foi de muita dúvida, pois primeiramente ela não sabia utilizar o ábaco, então tivemos que ensinar para ajudar ela a fazer a atividade, e também nos perguntou o por que de ser separado por cores, e então expliquei a ela que era para melhor compreensão das casas decimais e assim juntas desenvolvemos a atividade proposta, mas ela gostou muito, pois na escola ela ainda não tinha trabalhado com esse tipo de material e nos disse que é uma forma de aprender brincando, achamos muito interessante essa afirmação dela, pois é realmente uma forma bem lúdica de aprender a matemática, desenvolver raciocínio, e sem contar que o ábaco pode ser construído em casa ou até mesmo na sala de aula.


Referência Bibliográfica



Etapa II

 Passo 2 - Algumas atividades com ábaco.








Referência Bibliográfica


sábado, 20 de setembro de 2014

O sistema de numeração decimal. Construção da dezena pela brincadeira. O ábaco. A construção da centena e da unidade de milhar.

  
     Etapa II
    ü   Passo 1

Diferentes tipos de ábaco: 
     
Tipo
História
Utilidade

Ábacos




O ábaco é considerado uma das maiores descobertas da História, existem relatos que os babilônios utilizavam um ábaco construído em pedra lisa por volta de 2400 a.C., os indícios do uso do ábaco na Índia, Mesopotâmia, Grécia e Egito. O seu surgimento está ligado ao desenvolvimento dos conceitos de contagem.
Na Idade Média o ábaco era usado pelos romanos para a realização de cálculos. A utilização do instrumento por parte dos chineses e japoneses foi de grande importância para o seu desenvolvimento eaperfeiçoamento. 

O ábaco, em sua forma geral, é uma moldura retangular com fileiras de arame, cada fileira representando uma classe decimal diferente, nas quais correm pequenas bolas.
Ábaco Romano


Foi criado por volta do século XIII e, era utilizado como um método normal de cálculo. Era uma tábua com 8 sulcos, e em cada sulco inferior havia 5 bolinhas de contagem e 4  no sulco superior.

Seu funcionamento era semelhante ao ábaco atual.

Ábaco Asteca


Surgiu entre 900-1000 D.C. As contas eram feitas de grãos de milho atravessados por cordéis montados numa armação de madeira.

Este ábaco é composto por 7 linhas e 13 colunas. Os números 7 e 13 são números muito importantes na civilização asteca.



Ábaco Japonês




O ábaco japonês utilizado pelos orientais é conhecido pelo nome de Soroban. O Soroban é um instrumento utilizado para cálculos matemáticos e, apesar de ter sua origem ligada aos japoneses, foi criado na China e levado ao Japão no século XVII.

Utilizado para cálculos complexos de adição, subtração, multiplicação, divisão e raiz quadrada. Permite o desenvolvimento do cálculo mental, favorece a compreensão do conceito de aritmética.

Ábaco Russo





O ábaco russo, inventado no século XVII, e ainda hoje em uso, é chamado de Schoty. Este ábaco opera de forma ligeiramente diferente dos ábacos orientais

A forma de fazer operações matemáticas é semelhante ao do ábaco chinês.

Ábaco Chinês



O registro mais antigo que se conhece é um esboço presente num livro da dinastia Yuan (século XIV). O seu nome em Mandarim é "Suan Pan" que significa "prato de cálculo".

É considerado tão importante para os comerciantes da China que seu uso se tornou imprescindível. “Só os que possuem grande habilidade necessitam recorrer ao ábaco”.


Ilustrações dos tipos de ábacos



Ábaco Romano



Ábaco Asteca


Ábaco Japonês



Ábaco Russo

Ábaco Chines



      Referência Bibliográfica